No cenário político maranhense, dois nomes provocam uma semelhança incrível: Edinho Lobão e Orleans Brandão. Ambos carregam sobrenomes de peso e um foi candidato a governador em 2014, depois de 12 anos, olha o que a política maranhense não faz? Coloca outra figura no caminho dos maranhenses idêntica a Edinho Lobão que sempre foi considerado um playboy e filinho de papai. Orleans Brandão é exatamente a cópia fiel do outro, ele também nunca administrou nada, é filho de grande pecuarista e sobrinho do governador Brandão que quer a qualquer custo colocá-lo como candidato a governador do estado.
OS FILHINHOS DE PAPAI
Filhos de lideranças tradicionais, Edinho e Orleans são vistos por parte da opinião pública como “filhinhos de papai”, expressão usada por muitas pessoas para destacar o fato de terem crescido em ambientes privilegiados e com acesso facilitado às estruturas do poder. Para esses críticos, a semelhança entre os dois vai além do sobrenome: estaria na trajetória política construída mais por herança familiar do que por uma história consolidada de atuação profissional fora da política.
CRÍTICAS E QUESTIONAMENTOS.
Nas redes sociais e em rodas políticas, questiona-se a experiência administrativa e profissional de Orleans. Muitos afirmam que Orleans Brandão não passou pelas dificuldades enfrentadas pela maioria da população maranhense e, por isso, teria dificuldade em compreender, na prática, os problemas reais do estado.
UM DEBATE QUE VAI ALÉM DOS NOMES.
A comparação entre Edinho Lobão e Orleans Brandão reacende uma discussão antiga no Maranhão quando Edinho foi candidato em 2014 que era tido como uma pessoa sem experiência profissional. Para muitos eleitores, o incômodo está justamente no modelo político que Orleans Brandão representa.
Enquanto o governo do estado divulga pesquisas mostrando Orleans Brandão à frente na vontade popular dos maranhenses, o cidadão fica a se perguntar: quanto tem custado aos cofres do estado toda essa notoriedade dada a esse rapaz sem que ele seja merecedor de tantos holofotes?

